Claro que tudo gera alguma coisa. A lei da vida tal como a gravidade é causa e efeito. A guerra é necessária e seus efeitos colaterais, enquanto os povos escolherem mal os seus lideres que dentro desse grupo há os maniacos paranoicos, que mesmo as massas sabendo da evidência diária, ano após ano, e durante muitos anos, seguem-nos.
Exemplos: Hitler, Slodoban ?Milosavix?, Bin Laden, Sócrates (Megalónamo extremista extrutural inconsequente), Kadafhi, o outro lá na turquia, e em todas as terras do petróleo.
Ora...... como uma nação consegue se livrar destes MARAVILHOSOS??
A sua resposta é: PAZ E AMOR.
Quando andei na primária, também me ensinaram a falar bonito como a sua opinião sabedora e construtora de banda desenhada.
Eu a ver opiniões como a sua em pleno 2011 só me apetece é vestir cor de rosa e procurar arcos iris.
Mas como eu digo...Oque seria do amarelo se toda a gente pensasse no azul?
Um abraço.
Power dream a 2 de Maio de 2011 às 13:08
Finalmente alguém esclarecido, com noção do mundo .Para além, de consciencia internacional, vejo também coerencia com a nossa situação actual.Nunca ninguem relacionou o nosso (deles) 1º ministro de forma tão lúcida.
marco bernardo a 2 de Maio de 2011 às 14:24
Que esta morte sirva de reflexão e não de regozijo ou sentimento falso de justiça.
Bom post.
Mónica a 2 de Maio de 2011 às 13:10
Subscrevo na íntegra, Pedro.
Assim que soube da notícia e da reacção tive exactamente o mesmo pensamento.
E, naturalmente, que nos próximos tempos. embaixadas/consulados e afins ligados aos EUA serão alvos altamente prováveis.
Obrigada, por me fazer sentir sã de mente.
É verdade foi um figura negra na nossa sociedade, é verdade que fez mal, destruiu famílias, devastou vidas - morreu OK está morto - não faz mal a mais ninguém, mas daí a celebrar?
Celebrar o quê? o assassinio de alguém?
A moral está onde?
Morreu, está morto e ponto.
Sandra a 2 de Maio de 2011 às 13:55
Perfeito! As comemorações dos americanos à morte de Bin Laden lembram as comemorações paquistanesas ao 11 de setembro. Parece que a humanidade quer viver um ciclo destrutivo... No fim, não há mocinhos e bandidos, ganhadores e perdedores, apenas uma guerra infinita.
Lilian a 2 de Maio de 2011 às 14:11
Boa tarde,
Concordo plenamente, esta cultura de odio e de raiva parece-me um retrocesso na civilização. Estamos a voltar à altura da trevas, da idade média, onde não havia respeito pela vida humana. Independentemente dos males que este homem provocou, não há direito de festejar a morte. Preocupa-me viver num mundo onde cada vez mais se perde a humanidade e o respeito. Chamo a atenção que não apoio o Bin Laden! e acho que ele devia pagar pelo que fez mas não vejo razões para celebrar. Até porque quando aconteceu o 11.09 fiquei abismada quando vi imagens de muçulmanos a festejaram a morte de 3000 pessoas. Na altura tão amplamente criticado vejo agora as mesmas imagens em vice-versa.
Joana a 2 de Maio de 2011 às 15:11
Por acaso Joana, foi exactamente isso que pensei: lembro me das pessoas festejarem o 11 Setembro e tive de facto a impressão que estávamos a ter uma atitude similar, apesar das duas situações não serem tão comparáveis.
Todo o ser humano tem direito a arrepender-se e a ter um funeral digno! É mesmo à americana!!! Com todo o mal que eu reconheço que ele fez...calemo-nos e respeitemos a dor de quem perdeu um marido...um pai...ou até um filho! Não ajudem a fazer dele um mártir. Eu, por mim, remeto-me ao silêncio!
margarida a 2 de Maio de 2011 às 15:40
E eu a educar dois filhos que não são meus mas sim da vida.E que mundo os espera?!Como disse, um mundo de trevas e com o qual não vamos saber lidar.
Em tudo a vida se encarrega de contradizer o que de melhor sei ensinar e passar aos meus filhos.
Marisa a 2 de Maio de 2011 às 15:54
É bem verdade, "é um cículo de fúria que não acaba", mas é natural e até humano, que para as pessoas que perderam filhos, maridos, mulheres, irmãos, pais e amigos nos atentados do 11 de Setembro haja algum contetamento... Mesmo que reprovável do ponto de vista ético e racional, parece-me muito natural do ponto de vista emocional...
Rita a 2 de Maio de 2011 às 16:13
Mas não podemos separar os dois: quando se faz algo de eticamente incorrecto, é eticamente incorrecto. Posso fazer um crime por amor, é um crime na mesma.
Eu percebo.
Aliás eu disse que do ponto de vista ético e racional é reprovável.
Mas somos humanos, não somos santos e na vida não há empates.
Ou se perde ou se ganha, esse é o equilibrio da vida e do próprio universo.
A justiça também nunca é "justa" a 100%, porque existem sempre dois lados e por vezes em cada um deles conseguimos ver as razões que levaram à prática daquele acto que está a ser julgado, mas feito o "ter e o haver" a balança pende sempre mais para um lado., e é dessa ponderação que se fazou não a tão reclamada "justiça".
Rita a 2 de Maio de 2011 às 16:49
Só quem não conhece os norte americanos é que fica surpreendido com esta reacção. São um povo egocentrico, acham que são os melhores, que são indestruiveis e o 11 de Setembro provou e pior mostrou-lhes a eles e ao mundo que nenhuma nação está a salvo do mal se outra assim o quiser.
Morreu, está morto. Fez mal e agora sofreu as consequencias da maldade, mas um homicidio não o deixa ser só porque foi um terrorista a vitima.
Agora é pensar no que se segue, porque dúvido que os americanos não sofram a consequencia desta maldade, pois é um ciclo vicioso. Tu fazes-me mal eu faço te mal, eu volto a fazer te mal e tu a mim, esta guerra não terá fim. Aliás, como muitas coisas neste mundo actual dificilmente algum dia terão fim, por isso nos vagloriamos de vivermos num globo globalizado e multi ( multicultural, multi linguistico, multi religioso, multi gastronomico, multi topografico ...).
Parabéns pelo post, é sensato e coerente.
Catarina a 2 de Maio de 2011 às 16:48